Pesquisas

terça-feira, 30 de novembro de 2010

MOTIVAÇÃO


Muitas pessoas tratam deste assunto como algo que deveria receber de alguém, ou seja, coisas que outras pessoas ou bens possam lhe proporcionar.

Convivi com várias pessoas, em diversos estados do Brasil e, por incrível que pareça, muitos funcionários acham que motivação trata-se apenas benefícios que a empresa pode lhe conceder, como: folga, premiação em dinheiro, aumento de salário e outros. Muitas pessoas aguardam primeiro o benefício para depois atuar em suas atividades com todo o gás.

A grande necessidade do mercado é uma pessoa qualificada e altamente motivada para que possa desempenhar um trabalho de Excelência na organização, motivação esta que parte do funcionário, quando acorda pela manhã, olha para o espelho e da um belo bom dia para si, depois para todos os familiares, porteiro, jardineiro e colegas. Aquele que chega cedo na empresa com o propósito de superar todas as expectativas, objetivando ser o destaque do dia.

Meus amigos, a motivação deve ser constante em nossas vidas. Para que isso ocorra, devemos tomar partido desta “ferramenta” de trabalho e se tornar o destaque no mercado atual. Não espere alguém te motivar para que seu trabalho seja desempenhado com foco, determinação, zelo e transparência.

Já viu alguém se tornar um PROFISSIONAL CAMPEÃO sem se dedicar as suas atividades?

Já viu um profissional se tornar no DESTAQUE DE VENDAS sem acreditar no produto que está oferecendo e não tendo prazer de atender o cliente?

Motivado uma vez não quer dizer motivado para sempre...

Sérgio Rodrigo

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A CORRIDA DOS SAPOS

Era uma vez uma corrida de sapinhos. Eles tinham que subir uma grande torre, e atrás havia uma multidão, muita gente para torcer por eles.

Começou a competição. A multidão dizia: "Não vão conseguir, não vão conseguir!"... E os sapinhos iam desistindo um por um, menos um que continuava subindo...

Ai aclamava a multidão: "Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir", e os sapinhos iam desistindo um por um, menos um que subia tranqüilo.

Ao final da competição, todos desistiram menos aquele. Todo mundo queria saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, ficaram sabendo que ele era SURDO!!!

Moral da História: Não de ouvidos aos que não acreditam que o resultado pode ser alcançado, execute seu trabalho da melhor forma possível, assim, terá a certeza que chegará ao topo.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

VENDER OU MORRER!

Não sabe vender, vai viver do quê?

Muita gente me pergunta o porquê das coisas, dos acontecimentos, dos resultados e principalmente das falhas em vendas.
   
Como tudo na vida, vender é uma arte que vem acompanhada de muitos conhecimentos, habilidade e, fundamentalmente, atitude.

Saber, saber fazer e querer fazer são pontos fundamentais na carreira de um profissional de vendas bem-sucedido.

Dependendo da sua atividade, normalmente você não obtém êxito em sua empreitada porque sempre falta alguma coisa.

Pode ser sua condição física, psicológica ou técnica, pelo menos assim diriam os grandes treinadores de futebol.

Em vendas você tem que estar muito bem centrado em fatores decisivos para a manutenção do seu alto grau de desempenho.

Afinal de contas, é muito mais difícil se mater no topo do que chegar la.

E é nessa hora que saber, saber fazer e querer fazer, definitivamente faz toda a diferença.
   
Durante toda a minha vida convivi com diversos tipos de pessoas e, basicamente, vendedores, muitos vendedores.
   
Somos diferentes, é claro, mas os vendedores têm traços comuns e a convicência com eles traz a certeza de que a vitória sempre será dos mais bem preparados e não necessariamente dos melhores.
  
O que será que realmente faz com que um vendedor venda muito mais que outro?

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Otimo livro...

TESOUROS QUE NÃO PODEM SER DESPERDIÇADOS



 
Uma vez, um discípulo perguntou qual era o valor da verdade. O mestre então lhe deu seu anel e pediu que o discípulo fosse a uma loja bem simples para tentar trocar o objeto por uma moeda de prata. O discípulo foi e voltou dizendo que o máximo que lhe haviam oferecido pelo anel eram algumas moedas de cobre. O mestre mandou, então, que fosse à melhor joalheria da cidade. O discípulo voltou surpreso, dizendo que lá haviam oferecido cem moedas de ouro pelo anel. O mestre, então, concluiu: “Assim é o valor da verdade. A verdade só tem valor para quem a conhece”.

O campeão sabe que existem tesouros cujo valor é inestimável. Tesouros que não podem jamais ser jogados fora. Os mais importantes são:

• Sua imagem;
• A qualidade de seus produtos;
• Seus clientes;
• Seus colaboradores.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Existe cura para os viciados em trabalho?

Existe cura para os viciados em trabalho? Você é daqueles que já acorda pensando na sua agenda do dia? Costuma ficar depois do horário no trabalho? Deixa de passear nos finais de semana porque tem um trabalho a fazer? Quando dorme, sonha com situações vividas na empresa? Se você "vestiu a carapuça" diante das situações citadas, é possível que seja um sério candidato a workaholic, ou seja, viciado em trabalho.

Essa palavrinha, criada pelos norte-americanos, é a junção de alcoholic (viciado em álcool) e work (trabalho), designando uma síndrome que, ao contrário do alcoolismo, é aceita e até bem-vista pela sociedade, que admira quem vive para o trabalho e trabalha muito. Apesar de não existirem estudos que os quantifiquem, sabe-se que os "viciados em trabalho" constituem um grupo cada vez mais numeroso, pois encontram na tão falada globalização um ambiente propício para proliferar.
As exigências empresariais, resultantes das rápidas transformações do mundo contemporâneo, ocasionaram um aumento da carga de trabalho associado ao aumento das horas trabalhadas, pressionando o profissional a ter um maior envolvimento com os afazeres profissionais e com a organização, levando-o a buscar aprender mais, decidir melhor, agir mais rápido e atender a demandas também cada vez maiores.

O surgimento desses cenários mercadológicos de alta competitividade fez acentuar a existência da compulsão pelo trabalho, cujos motivos vão desde a necessidade de sobrevivência até uma necessidade pessoal de provar algo a alguém ou a si mesmo, ou ainda de "fugir" de conflitos emocionais, familiares etc. Dentro dessas necessidades, não podemos excluir também a vaidade - o desejo de status -, a ambição e até mesmo a ganância.

A psicanalista clínica, consultora, coach de executivos e administradora Giovana Brioschi de Carvalho comunga do princípio de que somos seres biopsicossociais e considera que tratar da questão do workaholic é tratar da dinâmica comportamental, das afetações sociais que esta conduta proporciona e das consequências somáticas que atingem este indivíduo.
Ela analisa que atualmente percebe-se uma distância quilométrica entre valores pessoais e necessidades reais. "Assolados pela mídia, pressionados pelo status social e minados na autoestima por não dar conta de ser um modelo vencedor, vemos náufragos em luta insana por um destaque muitas vezes digno de um deus do Olimpo", considera Brioschi.
Segundo descreve a especialista, parcialmente cegos e incapacitados de admitir fragilidades, os workaholics priorizam o mundo corporativo em detrimento da sua própria essência e para trás deixam a família, a espiritualidade, a saúde e o convívio puramente social, focados permanentemente em construir uma rede de negócios e sustentar resultados. Com seu desempenho e seu trabalho insano, tentam provar sua "capacidade" de serem "vencedores".


Matéria - Gestão de carreira - Revista ES Brasil